sábado, 12 de abril de 2014

International Opera Awards 2014 - Hightlights


Veja a festa de premiação em Londres com a presença do diretor  André Heller-Lopes e a soprano Gabriella Pace. 


sexta-feira, 4 de abril de 2014

Britten no Parque Lage

The Opera Awards 2014. Os vencedores serão anunciados no dia 7 de abril, em Londres.



A montagem da ópera "Sonho de uma Noite de Verão", dirigida por André Heller-Lopes, concorre ao prêmio de melhor tributo ao aniversário de um compositor. Produzida em homenagem ao centenário de nascimento do inglês Benjamin Britten, a ópera, encenada em 3 apresentações abertas ao público, resultou de uma parceria entre a Britten-Pears Foundation, a Secretaria Estadual de Cultura do Rio, o Banco Itaú, o British Council, a Escola de Artes Visuais do Parque Lage e a Fundação OSB. No elenco, vozes como uisa Francesconi, Gabriella PLacce e Eric Herrero deram vida a uma história que reúne seres fantásticos em um bosque da Grécia mítica, unindo-se à OSB Ópera & Repertório sob a regência do Maestro Roberto Tibiriçá

sábado, 15 de março de 2014

O GLOBO - Segundo Caderono


O GLOBO - Cultura

 OSB e O&R serão fundidas

RIO — A Orquestra Sinfônica Brasileira (OSB) e a Orquestra Sinfônica Brasileira Ópera e Repertório (OSB O&R) serão integralmente fundidas, voltando, assim, a compor um único corpo artístico, decidiu a Fundação OSB, que mantém as duas orquestras. Com a mudança, os "músicos da O&R ficarão sob o mesmo regime trabalhista dos músicos que hoje compõem a OSB: terão isonomia salarial, gratificações e mesma carga horária", informa o comunicado divulgado nesta sexta-feira. Os músicos ainda precisam aprovar a fusão.

O anúncio sucede um acordo coletivo de trabalho apresentado à Comissão de Músicos do corpo orquestral da Ópera & Repertório e ao SindMusica.
De acordo com a Fundação OSB, os músicos que mantiverem a decisão de não tocar sob a batuta do maestro titular, Roberto Minczuk, comporão a orquestra quando ela for regida por maestro convidado ou em concertos de formação camerística. A entidade ressalta ainda que a unificação dos dois corpos artísticos representa uma "medida importante para o crescimento, a qualidade musical da Orquestra e o equilíbrio financeiro da instituição".

A O&R surgiu há três anos, quando músicos demitidos e insurgentes da OSB se reintegraram para formar a nova orquestra, com foco no lírico e no repertório de câmera. A crise na OSB começou em 2011, com a decisão da fundação de fazer uma avaliação dos músicos. Insatisfeito com o processo e com o maestro Roberto Minczuk, um grupo se rebelou.
Leia a nota completa da Fundação OSB:
A Fundação Orquestra Sinfônica Brasileira comunica que foi apresentada, em reunião presencial, um novo Acordo Coletivo de Trabalho à Comissão de Músicos do corpo orquestral Ópera & Repertório e ao SindMusica.

A Fundação OSB decide pela fusão integral entre os dois corpos artísticos, OSB e O&R. Os músicos provenientes da O&R ficarão sob o mesmo regime trabalhista dos músicos que hoje compõem a OSB: terão isonomia salarial, gratificações e mesma carga horária. Os músicos que mantiverem a decisão de não tocar sob a batuta do maestro titular comporão a orquestra quando ela for regida por maestro convidado ou em concertos de formação camerística. Todos os músicos terão a mesma carga horária ao longo do ano.
A Fundação OSB deixa claro o seu desejo de unificar os dois corpos artísticos como medida importante para o crescimento, a qualidade musical da Orquestra e o equilíbrio financeiro da instituição.
Conselho da FOSB

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/cultura/osb-or-serao-fundidas-11878522#ixzz2w2oU9kTS

ESTADÃO Blog

 ESTADAO - Blogs  Blogs
João Luiz Sampaio

Fundação OSB propõe fusão de orquestras



A Fundação Orquestra Sinfônica Brasileira (OSB) apresentou hoje à OSB Ópera & Repertório uma proposta de acordo que colocaria fim às negociações a respeito do futuro do grupo, que foi criado em 2011 para abrigar os 40 músicos que, na ocasião, recusaram-se a fazer provas de reavaliação determinadas pela direção da orquestra. Segundo comunicado oficial, a fundação propõs a junção das duas orquestras – dando liberdade aos músicos da Ópera & Repertório para que não se apresentem sob regência do maestro Roberto Minczuk, titular da OSB. Estava prevista para a tarde de hoje reunião dos músicos que vai definir se eles aceitam ou não a proposta feita pelo conselho da Fundação OSB.

Diz o comunicado: “A Fundação OSB decide pela fusão integral entre os dois corpos artísticos, OSB e O&R, formando novamente uma grande orquestra. Os músicos provenientes da O&R ficarão sob o mesmo regime trabalhista dos músicos que hoje compõem a OSB: terão isonomia salarial, gratificações e mesma carga horária.”

A fusão havia sido o objetivo da Fundação OSB desde o início, em especial pela tentativa de diminuir custos, maiores com a manutenção de duas orquestras independentes, com programações distintas. O entrave, até agora, vinha sendo a resistência dos músicos da Ópera & Repertório em voltar a se apresentar sob a regência do maestro Roberto Minczuk, titular da OSB.  Sobre isso, diz o comunicado: “Os músicos que mantiverem a decisão de não tocar sob a batuta do maestro titular comporão a orquestra quando ela for regida por maestro convidado ou em concertos de formação camerística. Todos os músicos terão a mesma carga horária ao longo do ano. A Fundação OSB deixa claro o seu desejo de unificar os dois corpos artísticos como medida importante para o crescimento, a qualidade musical da Orquestra e o equilíbrio financeiro da instituição.”

Relembre o caso
No início de 2011, a Fundação Orquestra Sinfônica Brasileira convocou os músicos do grupo para uma prova de reavaliação de desempenho. Cerca de 40 artistas se negaram a fazer o teste, afirmando que ele tinha um caráter autoritário e que seria apenas um recurso para culpar os artistas por uma demissão em massa no grupo. Eles tentaram reverter na justiça a obrigatoriedade das provas. Não conseguiram, mas se recusaram a comparecer de qualquer forma – e a fundação, então, resolveu demiti-los por justa causa.
A direção da orquestra refutou, na época, a versão dos músicos. Segundo a fundação, as provas não tinham como objetivo demissões. Além de fornecer um feedback individual, o processo também ofereceria a cada músico, garantiram, a possibilidade de reposicionamento dentro dos naipes. A fundação ressaltou ainda que tentou diversas vezes negociar, sem sucesso, com os músicos, oferecendo inclusive um plano de demissões voluntárias. O caso teve repercussão internacional – solistas como Joshua Bell, violinista norte-americano, cancelaram suas apresentações com a sinfônica em apoio aos músicos, assim como representantes de diversos conjuntos europeus emitiram comunicados questionando a decisão de reavaliar os artistas O caso acabou resolvido com a formação de uma nova sinfônica, a OSB Ópera & Repertório, que abrigou os músicos que seriam demitidos durante duas temporadas.

sexta-feira, 7 de março de 2014

O GLOBO - Segundo Caderno

Clássico
COMPASSO DE ESPERA 
Com sede nova, Orquestra Sinfônica Brasileira inicia sua temporada 2014 no dia 15, mas futuro da OSB Ópera & Repertório depende de reunião marcada para hoje

RIO - A temporada 2014 da Orquestra Sinfônica Brasileira (OSB) começa no próximo dia 15, com concerto no Teatro Municipal para assinantes e parceiros da Fundação OSB (Fosb). O programa, festivo, inclui danças brasileiras na primeira parte e, na segunda metade, a interpretação de “West Side story”, de Leonard Bernstein, e “Porgy and Bass”, de George Gershwin. Esta última conta com a participação dos cantores norte-americanos Angela Brown e Kevin Deas. A regência é do maestro titular, Roberto Minczuk. O concerto será repetido no dia 17, com venda avulsa, na estreia oficial da OSB na Cidade das Artes, sua nova casa desde janeiro.

Ao todo, a orquestra fará 12 espetáculos no Municipal pelas séries “Ametista”, “Topázio” e “Turmalina”; 14 apresentações na nova sede pela série “Cidades das Artes”; e quatro apresentações na Sala São Paulo, na capital paulista, pela série “Safira”. Nesta lista não estão incluídos os concertos “extras” da OSB nem a temporada da OSB Ópera & Repertório (O&R), grupo formado após a crise enfrentada pela instituição em 2011. A segunda orquestra nasceu para abrigar os 36 músicos afastados naquele ano porque se opuseram às avaliações de desempenho convocadas pelo maestro Roberto Minczuk e posteriormente reintegrados após um acordo. Em agosto, porém, terminou a vigência do acordo coletivo firmado entre as partes. E o futuro da O&R depende de negociações. Nesta sexta-feira, representantes dos músicos e da Fosb se reúnem na sede da fundação, no Centro, para discutir o assunto. A fundação apresentará uma nova proposta ao grupo.

— Não há intenção demissional — adianta o diretor artístico da OSB, Pablo Castellar. — Mas tenho de esperar o acordo para seguir com o planejamento para a temporada da O&R.
O conjunto, aliás, acaba de receber uma indicação ao prêmio internacional Opera Awards, por sua performance em “Sonho de uma noite de verão”, de Benjamin Britten, espetáculo realizado no Parque Lage, em 2013. 
Volta à obra de John Williams
Castellar também explica a razão de a temporada 2014 da OSB contar com três séries de concertos a menos: 
— A “Jade” foi criada por causa do público da Cidade das Artes. Agora há uma série maior lá. A “Ônix” e a “Ágata” dependem do resultado das negociações e por isso não foram divulgadas.
As conversas entre a Fosb e a O&R estão sendo intermediadas pelo Sindicato dos Músicos do Rio.
— Estamos tratando da renovação do acordo coletivo. É uma prática comum — diz a presidente do  Sindicato, Deborah Cheynne, que, assim como Castellar, não detalha os itens em discussão.  

Em linhas gerais, comenta-se que os músicos reivindicavam a ampliação do quadro da orquestra e aumento salarial. Já a fundação, com dificuldades para manter os dois conjuntos (a OSB fechou 2013 no vermelho), sugeriu uma fusão, como explica Ricardo Levisky, superintendente geral da OSB:

— A fundação propôs a fusão desde o início das negociações. Mas a Comissão dos Músicos da Ópera & Repertório não aceitou porque o conjunto se recusa a tocar com o maestro titular (Minczuk).
Enquanto isso, o destino da orquestra-mãe segue certo. A agenda (veja detalhes ao lado) prevê seu reencontro com o respeitado maestro Lorin Maazel em três récitas em torno das sinfonias de Mozart e Tchaikovsky. A mezzo-soprano Jennifer Larmore também volta a se apresentar com a orquestra. Com sua voz aveludada, ela esteve por aqui em 2010. A temporada ainda reserva as presenças do regente Claus Peter Flor, que já se apresentou à frente da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (Osesp); da violinista alemã Arabella Steinbacher; do primeiro oboísta da Filarmônica de Berlim, Albrecht Mayer, considerado um dos grandes no instrumento; e do jovem e talentoso violoncelista Johannes Moser.
— A temporada deste ano me deixa muito feliz. Estamos iniciando um novo capítulo, que se dá com essa nova casa. É a concretização de um sonho antigo — diz Minczuk.

Sucesso de público, os concertos dedicados à obra de John Williams para o cinema também estão de volta, na série “Ametista”. Autor de músicas para “ET” e “Harry Potter e a pedra filosofal”, entre outras, ele será lembrado em apresentações no Municipal (30 de agosto) e na Sala São Paulo (31 de agosto).

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/cultura/com-sede-nova-orquestra-sinfonica-brasileira-inicia-sua-temporada-2014-no-dia-15-11805773#ixzz2vJLa2L7S
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sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

OSB Ópera & Repertório, The Opera Awards 2014



A montagem da ópera "Sonho de uma Noite de Verão", dirigida por André Heller-Lopes, concorre ao prêmio de melhor tributo ao aniversário de um compositor. Produzida em homenagem ao centenário de nascimento do inglês Benjamin Britten, a ópera, encenada em 3 apresentações abertas ao público, resultou de uma parceria entre a Britten-Pears Foundation, a Secretaria Estadual de Cultura do Rio, o Banco Itaú, o British Council, a Escola de Artes Visuais do Parque Lage e a Fundação OSB. No elenco, vozes como Luisa Francesconi, Gabriella Pacce e Eric Herrero deram vida a uma história que reúne seres fantásticos em um bosque da Grécia mítica, unindo-se à OSB Ópera & Repertório sob a regência do Maestro Roberto Tibiriçá


 

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

OSB Ópera & Repertório - Rádio MEC FM



RÁDIO OSB


Mendelssohn, Sinfonia nº 4 "Italiana"
Astor Piazzolla, “Tangazo”
Gioachino Rossini, Abertura da Ópera “O Barbeiro de Sevilha”



O programa “Rádio OSB” será transmitido no próximo domingo, dia 23 de fevereiro, pela Rádio MEC (FM 98.9), a partir das 13 horas. Esse programa será reprisado na segunda feira, dia 24, às 22 horas. 
 
A Orquestra Sinfônica Brasileira Ópera e Repertório se apresentou no Espaço Tom Jobim, no Rio de Janeiro, no dia 9 de novembro de 2013, oportunidade em que foi conduzida pelo Maestro Roberto Duarte.

               Uma das atrações desse concerto foi a Sinfonia n° 4, em lá maior, opus 90, de Felix Mendelssohn, conhecida como “Italiana”.

               Entre 1829 e 1831 Mendelssohn percorreu diversos países da Europa, travando conhecimento com importantes compositores e colhendo impressões que viriam influenciar fortemente algum dos pontos culminantes da sua produção. Parte de sua Sinfonia Italiana foi concebida durante sua permanência naquele país. Mas ali ele não chegou a completá-la. Isso só aconteceria em Berlim, no dia 13 de março de 1833. Com essa obra ele atendeu uma encomenda da London Philharmonic Society, regendo ele mesmo esse trabalho em sua première, que aconteceu em Londres no dia 13 de maio de 1833.

               Apesar do grande triunfo alcançado, Mendelssohn decidiu revisar esse trabalho, o que viria a acontecer no ano seguinte. Em verdade, tinha planos de alterar  substancialmente sua sinfonia. Tanto isso é verdade que Mendelssohn faleceu em 1847, sem jamais haver providenciado sua publicação, o que só aconteceria em 1851. Na oportunidade ela ganhou a denominação de quarta sinfonia, ainda que tenha sido completada quase dez anos antes da terceira, conhecida como “Sinfonia Escocesa”.

               Com seus movimentos Allegro Vivace/ Andante com Moto/ Moderato/ e Presto e Finale, a Orquestra Sinfônica Brasileira Ópera e Repertório interpreta a Sinfonia n° 4 de Felix Mendelssohn. A regência é de Roberto Duarte.

   
Na segunda parte do programa, prossegue a apresentação de 9 de novembro de 2013 da OSB Ópera e Repertório com “Tangazo”, obra do compositor argentino Astor Piazzolla. Essa música foi produzida entre 1968 e 1969 e muitos consideram que ela significou uma afirmação do “Nuevo Tango”, estilo que consagrou o compositor, que naquela oportunidade ganhava fama internacional sem desfrutar, ainda, de um reconhecimento unânime por parte de seus compatriotas.
               a obra teve sua première na cidade de Washington em 1970, oportunidade em que foi interpretada pelo conjunto Ensemble Musical de Buenos Aires. "Tangazo", com a OSB O&R, regida por Roberto Duarte,

Finaliza esse concerto da OSB Ópera e Repertório a abertura da Ópera “O Barbeiro de Sevilha”, de Gioachino Rossini.

               A abertura do “Barbeiro de Sevilha” é uma das peças orquestrais mais conhecidas de todos os tempos. Há quem afirme que Rossini, que contava então vinte e quatro anos de idade, escreveu o “Barbeiro de Sevilha”, ponto culminante de sua criação, em menos de duas semanas. O interessante é que a abertura da ópera não era inédita. Originalmente ela fora composta para “Aureliano in Palmira”, uma outra ópera do compositor. Também foi utilizada, posteriormente, no melodrama “Elisabetta, regina d’ Inghilterra”. Essa flexibilidade, vamos chamar assim, aconteceu com freqüência  na trajetória do grande compositor.


Os programas da “Rádio OSB” também podem ser acessados em nosso site oficial, www.osb.com.br.

domingo, 16 de fevereiro de 2014

SITE OSB

14/02/2014 
OSB Ópera & Repertório concorre a prêmio
Montagem sobre Britten entre os melhores espetáculos do ano
A montagem de Sonho de uma noite de verão, dirigida por André Heller-Lopes, concorre ao prêmio de melhor tributo ao aniversário de um compositor. Produzida em homenagem ao centenário de nascimento do inglês Benjamin Britten, a ópera, encenada em 3 apresentações abertas ao público, resultou de uma parceria entre a Britten-Pears Foundation, a Secretaria Estadual de Cultura do Rio, o Banco Itaú, o British Council, a Escola de Artes Visuais do Parque Lage e a Fundação OSB. No elenco, vozes como Luisa Francesconi, Gabriella Pacce e Eric Herrero deram vida a uma história que reúne seres fantásticos em um bosque da Grécia mítica, unindo-se à OSB Ópera & Repertório sob a regência do Maestro Roberto Tibiriçá.


Foto: Leo Aversa
 
A Fundação OSB celebra mais uma grande conquista da última temporada: a apresentação de Sonho de uma noite de verão com a OSB Ópera & Repertório, realizada nos jardins do Parque Lage em maio, é uma das finalistas do International Opera Awards. A premiação é concedida anualmente em reconhecimento a produções líricas de excelência, e conta dentre seus indicados com óperas do Covent Garden e do Teatro alla Scala de Milão.


Confira a lista completa de indicados ao International Opera Awards, cujos vencedores serão anunciados no dia 7 de abril, em Londres.